MetLife avalia adesão aos seguros de acidentes pessoais

Parece que os portugueses entendem em geral que só a partir dos 55 anos se devem preocupar em contratar seguros de Acidentes Pessoais. Essa parece ser a conclusão mais evidente de um inquérito realizado pela MetLife, seguradora líder em Seguros de Vida e de Acidentes Pessoais em Portugal, que analisou e avaliou as atitudes e hábitos dos portugueses no que se refere à aquisição de seguros, através de um estudo quantitativo que abrangeu 400 indivíduos de uma amostra representativa da população portuguesa, dos 20 aos 64 anos, realizado durante Janeiro de 2021.

MetLife avalia adesão aos seguros de acidentes pessoais

De acordo com o relatório publicado pela MetLife, 32% dos portugueses inquiridos já adquiriram um seguro de Acidentes Pessoais – que pode cobrir lesões corporais, incapacidade, hospitalização, despesas de tratamento, intervenção cirúrgica, e morte, invalidez e perda de rendimentos resultantes de um acidente, seja na atividade profissional ou na vida pessoal. O inquérito mostra que são os inquiridos com mais de 55 anos que mais adquirem seguros de Acidentes Pessoais. Quatro em cada 10 inquiridos (44%) com seguro de Acidentes Pessoais estão acima dessa idade. O relatório revela que mais de metade dos inquiridos (57%) com este tipo de seguro, possui essa proteção há mais de quatro anos. Também aqui o número sobe para 81% entre os inquiridos acima dos 55 anos.

Em termos de canais de compra, 41% dos portugueses inquiridos adquiriram o seu seguro de acidentes pessoais através de um agente de seguros. O valor é mais elevado no target feminino, onde 44% das inquiridas compraram um seguro de acidentes pessoais num agente de seguros. Mais de metade do target 45-54 anos (53%) também tem esta preferência.

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A MetLife sublinha que um seguro de Acidentes Pessoais oferece benefícios em qualquer faixa etária, sendo usualmente aconselhado a trabalhadores por conta própria, que viajam muito ou que tenham outras pessoas a seu cargo.

Em caso de acidente, é possível que o sinistrado tenha de se ausentar do trabalho para fazer fisioterapia ou qualquer outro cuidado de saúde de seguimento. Em alguns casos, pode mesmo ficar impossibilitado em absoluto de trabalhar. Quando isso sucede, pode haver um impacto relevante nos rendimentos – lembremo-nos, por exemplo, dos profissionais liberais – a que se juntam os custos extra dos tratamentos médicos.

A MetLife salienta que os seguros de acidentes não cobrem apenas morte ou lesões corporais clínica e objetivamente constatáveis. Muitas apólices incluem coberturas opcionais, que podem assegurar o pagamento de despesas médicas, de hospitalização, de cirurgias ou, até mesmo, uma indemnização diária, que permitirá enfrentar o impacto financeiro de uma possível perda de rendimentos, em caso de acidente. Em resumo, o seguro de acidente pode reduzir o nível de stress financeiro, assegurando a proteção dos segurados e das respetivas famílias.

 

Com formação em Marketing e em Pubicidade, faz parte do núcleo de fundadores do portal Seguros Mais.

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